Hypee · 25/10/2026 13:00
Como Trump virou ponto que nem governo nem oposição da Venezuela confrontam
Praticamente dez meses apos a imagem do ditador Nicolás Maduro e de sua esposa, Cilia Flores, em seu bunker no sudoeste de Caracas, tanto a presidente interina, Delcy Rodríguez, acerca de principal lider da oposição, María Corina Machado, nao parecem dispostas a entrar em um confronto aberto com o presidente dos Estados Juntados, Donald Trump, em virtude de sua política a respeito do país sul-americano e da situação dos migrantes nos Estados Juntados. E ambas têm motivos pra questionar o mandatário norte-americano. No msm dia da operacao militar de encontro a Maduro, Trump declarou que governava a Venezuela.
Durante as semanas seguintes, ele afirmou, a título de exemplo, que aos vencedores “pertence o loot” e que o país nao está preparado pra realizar eleições. Leia Mais Venezuela deixa plano pra libertar Nicolás Maduro, diz jornal Delcy representará Venezuela na ONU a menas de 15 km da prisão de Maduro Venezuelanos demandam eleições e fazem maior protesto de encontro a governo em anos Mas, salvo ao longo das horas desorganizadas que se continuaram ao desaparecimento de Maduro — quando Rodríguez denunciou a “agressão militar” dos Estados Juntados e prometeu que seu país “jamais voltaria a ser colônia de nenhum império” —, a presidente interina optou por ignorar as bravatas do lider norte-americano. Isso contraria a identidade política construída ao longo de diversas décadas pelo chavismo, um movimento que reafirmou seu caráter anti-imperialista ate a véspera da operacao militar de 3 de janeiro.
Delcy Rodríguez evitou usar a tribuna da Assembléia Geral da ONU pra denunciar Washington — algo que praticamente todos os oradores chavistas, até mesmo ela mesma, fizeram habitualmente em anos anteriores. Foi nesse msm palco que o falecido lider Hugo Chávez referiu-se ao entao presidente norte-americano, George W. Bush, como o diabo.
Rodríguez precisa manter as melhores relações possiveis com Washington pra conseguir acesso a investimentos e cooperação internacional. Isso, por si só, nao confirma a manutenção do poder político, mas tal alteração de rumo poderia contribuir pra conceber condicoes melhores pra a recuperação econômica da Venezuela. Machado sabe que, há numerosos anos, depende do apóio dos Estados Juntados.
Agr, busca retornar à Venezuela pra superar o fato de que seu movimento nao participa da mesa de diálogo, com o objetivo de evitar perder a influência que detém no momento. Em campos opostos, ambas encarnam o peso que os Estados Juntados compraram na política venezuelana. Na ONU, entretanto, Rodríguez escolh
Redação Hypee · Fonte: CNN Brasil — ver matéria original
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