Hypee · 25/10/2026 08:17
Como operações militares de Israel na Síria afetam vilarejos
Incursões e operações militares israelenses recorrentes no sul da Síria têm prejudicado gravemente a vida cotidiana e os meios de subsistência dos moradores de Beit Jinn, um vilarejo próximo às Colinas de Golã. Walid Akasha, boss do vilarejo, declarou que veículos militares israelenses aparecem com frequência na região conhecida localmente como Ayn al-Kurum, abandonando os agricultores em constante estado de medo e incerteza. “Na região de Ayn al-Kurum, essas incursões ocorrem praticamente todos os dias — ou, pelo menos, a cada dois dias. Os moradores vivem com medo constante.
Sofremos mt com explosões e bombardeios. Na noite passada, eles [as forças israelenses] dispararam foguetes; estilhaços caíram dentro das casas das pessoas. Se alguem estivesse sentado do lado de fora naquele momento, poderia com facilidade ter sido alcançado.
Inclusive caminhar pela estrada representa um risco. Os estilhaços podem ser fatais”, disse Akasha. Leia Mais Ataque israelense mata três na Cisjordânia Israel detém dezenas de palestinos apos confronto na Cisjordânia Netanyahu revela "ampla operacao" militar na Cisjordânia apos ataque O cultivo de uvas é uma fonte crucial de sustento pra as familias locais, mas a presença militar israelense nas plantações afastou numerosos jovens de seus vinhedos.
As terras agrícolas estao diante dos olhos dos proprietários, mas eles nao conseguem cultivá-las. “Os moradores nao se atrevem a ir aos próprios vinhedos, por medo de que os israelenses os detenham. Temos receio de que nossos nomes apareçam em uma lista de buscados. Portanto, numerosos jovens evitam ir às próprias terras agrícolas, aterrorizados com a possibilidade de se tornarem alvos das autoridades israelenses.
Vivemos em um estado constante de medo e ansiedade, agravado particularmente pelo ruído persistente dos drones, que ouvimos da manhã ate a noite”, declarou Akasha. Pra numerosos moradores, nem msm suas casas são mais um refúgio seguro. Umm Muhammad, uma residente de Beit Jinn, relatou uma incursão militar israelense traumática em sua residência. “Eles [as forças israelenses] ordenaram que nos deitássemos de bruços no chão, mas nos recusamos.
Depois, enviaram que ficássemos sentados onde estávamos, sem nos mexer. Entramos em casa pra acordar as crianças, com medo de que algo ocorresse. Quando tentamos sair, demandaram que permanecêssemos onde estávamos por 20 minutos e avisaram que, se desobedecêssemos, abririam fogo de encontro a nós”, contou.
Ainda que os soldados tenham deixado o local posteriormen
Redação Hypee · Fonte: CNN Brasil — ver matéria original
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