Hypee · 26/10/2026 12:50

Aspirina pode reduzir demência em idosos, mas apresenta riscos, diz estudo

Aspirina pode reduzir demência em idosos, mas apresenta riscos, diz estudo

Uma análise realizada em grupos de idosos com subdivisões genéticas identificou efeitos benéficos pra a redução de ate três vezes e meia no risco de demência com utilização de baixa dose de aspirina em pessoas que contam com geneticamente um número elevado de plaquetas. Em contrapartida, o estudo comandado por cientistas da Universidade Monash, na Austrália, indicou que essa mesma parcela teve um aumento de duas vezes mais risco de sangramentos graves. Foi analisada a interação da aspirina com base na métrica “escore risco poligênico”, em que se observou a resposta do medicamento ao risco genético pra a doença.

Quatro em cada cinco idosos no Brasil têm demência sem diagnóstico; entenda Os participantes do estudo eram idosos com 65 anos ou mais, sem histórico de doença cardiovascular, demência ou incapacidade física grave no início da pesquisa. Eles fizeram o tratamento, com acompanhamento profissional, com o medicamento e com placebo. Leia Mais Estudo identifica proteína que agiliza desenvolvimento do Alzheimer Canetas emagrecedoras reduzem mortes de diabéticos e pacientes autoimunes Creatina pode ter efeito de encontro a a privação do sono e ate a depressão; entenda O teste considerou igualmente os genótipos que predispõem as doenças do Alzheimer e da Demência, no entanto, eles nao mostraram interação com a aspirina, comprovando que a resposta ao medicamento está diretamente ligada à biologia plaquetária e nao aos fatores de riscos pra neurodegeneração.

Os efeitos foram demonstrados apos 2 ou 3 anos de tratamento. A pesquisa descobriu que, alem de haver um resultado positivo a respeito da diminuição dos riscos de demência, esses grupos que se mostraram favorável à aspirina contavam com uma predisposição genética pra contagem elevada de plaquetas. Sinais cruciais: Demência pode dar as caras apartir dos 35 anos | LIVE CNN Segundo o estudo, o fator genético a respeito de a quantidade de plaquetas modificou diretamente os efeitos do remédio.

Das 112 interações, 18 estavam relacionadas a traços plaquetários. *Sob supervisão de Carolina Figueiredo

Redação Hypee · Fonte: CNN Brasil — ver matéria original

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